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DEGRADAÇÃO DO MEIO AMBIENTE: O MUNDO EM ALERTA 

 

Queimadas, secas, enchentes, ondas de calor. São diversos sinais indicando a crescente degradação do planeta.

Desde a revolução industrial no século XVIII na Inglaterra, o mundo passou a consumir recursos naturais em uma velocidade múltiplas vezes superior ao seu tempo necessário de recomposição.

Hoje, há iniciativas para maior sustentabilidade, fontes limpas de energia, e materiais reutilizáveis. Há maior consciência em se preservar uma vida mais saudável e menos agressiva ao planeta. 

Países como a Alemanha, por exemplo, limitaram a circulação de veículos movidos à diesel. Governos de diversos países têm incentivado a geração de energias renováveis, como solar e eólica, preferíveis em relação às fósseis, como carvão e petróleo, e também às hidrelétricas, com considerável impacto sobre o ecossistema local. 

Estudo feito por 91 cientistas em conjunto com a ONU constatou o crescimento acelerado do aquecimento global, previsto para +3ºC até o final do século. Esse aumento seria suficiente para  derreter as calotas glaciais e extinguir todas as barreiras de corais dos oceanos, importantes para a vida marinha. Haveria inundação de cidades litorâneas e milhões de pessoas seriam vítimas de ondas de calor.  

Atenção a esse tema pelos governos atuais e futuros é imprescindível. Por meio de políticas mais responsáveis à vida, nos próximos anos poderemos reduzir a emissão de dióxido de carbono. Em 2050, a meta de emissão de poluentes é chegar a zero. Duas medidas para se atingir o objetivo serão incentivos para o reflorestamento e a produção de equipamentos capazes de captar o carbono da atmosfera.

Uma mudança das matrizes energéticas vem ocorrendo gradualmente, como o crescimento dos carros elétricos. Energias a partir do carvão, gás natural e petróleo, ainda que relevantes nos dias atuais, deixarão de ser no futuro, onde as energias renováveis passarão a ser as protagonistas.

Para estancar o problema, é importante uma adesão global no seu combate. Ao não aceitar o acordo climático de Paris,  em novembro de 2017, a maior economia do mundo da um exemplo a não ser seguido.